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- por em Cerveja, Crônicas, Pablo Santiago 0

Ah…Munique!

por Pablo Santiago

Caracterizada pela intensidade e complexidade do malte Munique e suas melanoidinas. Sabores ricos do malte Munique, mas não tão intensos como em uma Bock ou tão tostado como em uma Schwarzbier.
Proveniente da mistura entre caramelos, chocolates, nozes, lúpulos e maltes, surge um sabor adocicado que permanece maltado e termina no amargor de um final um tanto seco. A riqueza e complexidade desta cerveja não fica apenas no sabor e transcende para outras características que fazem dela, uma das mais queridas pelos apreciadores das boas bebidas.
Como prova disso, o aroma dela está em perfeita sintonia com o seu saboroso sabor. Desculpa a redundância, mas é que a bichinha é boa que só ela. O requinte do doce, contrasta com as notas de lúpulo presentes em seu aroma. O mesmo ocorre com a sua aparência, quase sempre marrom escuro e que algumas vezes, pode se apresentar em tons avermelhados. Precisa dizer que o seu colarinho também varia?
Sabendo que se trata de uma bebida com um teor alcoólico razoável e que pelo fato de não ser uma bebida pesada, não causa aquela sensação de barriga estufada, possibilitando que os cervejeiros se deleitem, peço encarecidamente, que após eu relevar o nome da cerveja que possui essas peculiaridades, que todos continuem lendo a postagem até o final. A Dunkel…
A intensidade e complexidade do malte de Munique reflete na cerveja, fazendo dessa, a sua maior particularidade. Essa preciosidade alemã não ficou apenas em seu país de origem, embora apenas nas versões que não são exportadas pode-se perceber o gosto de pão e uma sensação terrosa, que derivam do fato delas não terem sido filtradas. Ainda tem alguém aí?

#Cheers

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