Clube To Beer

Dicas

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Quem deixará a cerveja esquentar no copo?

por Larissa Dantas

A economia retraiu. O Brasil entrou em crise. Nosso suado dinheiro ficou curto para gastá-lo nas nossas alegrias líquidas.

Como explicar então a quantidade impressionante de cervejarias e produtos diversos lançados, alguns muito bons e, não dá para negar, outros péssimos, jogados e despejados numa velocidade ímpar nas gôndolas de supermercados ou lojas especializadas do mercado cervejeiro brasileiro?

Apesar da retração econômica, a confiança num mercado cervejeiro pleno e produtivo salta aos olhos de qualquer observador mais criterioso.

Ver grandes empresas mudando o foco da sua linha de produção e de sua publicidade, como nos casos recentes da Skol Hops e da linha puro malte de estilos variados do grupo Itaipava, nos mostra que o mercado de cervejas especiais, mesmo em tempos de crise econômica, se mostrou forte o suficiente para os cervejeiros de todos os segmentos continuarem investindo e acreditarem no seu crescimento.

Apesar de termos um mercado nacional ainda muito influenciado pela onda cervejeira norte-americana, muitas das novas cervejarias resgataram estilos ingleses e alemães pouco produzidos no Brasil. Essa estratégia acaba cativando aquilo que os cervejeiros mais gostam: a pluralidade dos estilos disponíveis. Além disso, alegra-nos ver a criatividade dos mestre-cervejeiros ao misturar estilos tradicionais com o jeito brasileiro de fazer cerveja.

Como todo mercado, a concorrência está aí para fazer dos melhores as primeiras opções. Cervejas, no dito popular, bem feitas, serão sempre bem vindas e terão lugar no coração e paladar do público. Aliar produção eficaz e mínimo desperdício com qualidade nos insumos e no preparo, parecem ser os fatores decisivos na diferenciação de quem continua a crescer junto com o mercado cervejeiro ou quem deixará a cerveja esquentar no copo.

Enquanto isso, nós aqui do Clube to Beer continuaremos rodando o Brasil a buscar as melhores novidades desse mercado apaixonante, encantador e próspero.

Saúde! Cheers!

Larissa Dantas é Sommelier e Mestre em Estilos de Cerveja pelo ICB,

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Por que são especiais?

por Larissa Dantas

O termo muito utilizado para identificar as cervejas do mercado que possuem características únicas, sabor diferenciado, ingredientes variados e método específico de fabricação é especial. E porque consideramos essas cervejas especiais? Por vários e variados motivos.
Primeiramente quem produz uma cerveja especial e/ou artesanal é o mestre-cervejeiro dono da cervejaria. Nunca aquele ditado “o que engorda o boi é o olho do dono” fez mais sentido no mundo cervejeiro. Aquele que tem a ideia de produzir uma cerveja artesanal geralmente é um apaixonado pelos sabores e mundo da cerveja, estuda muito para ter o conhecimento, arrisca nas inovações e realiza tudo com muito amor. Isso torna o seu trabalho especial.
Outra questão importante é que as cervejas especiais são quase que manufaturadas. Tudo na sua fabricação é detalhada, rebuscada e, exatamente por isso, passa longe das cervejas vendidas em grande escala cuja elaboração obedece a termos industriais. Logo, essa forma de fazer é também especial.
Fora isso, sempre que uma cervejaria produz uma cerveja especial/artesanal ela está resgatando uma tradição secular. Resgatar e valorizar tradições é algo especial e único.
Existe uma gama de ingredientes utilizados na fabricação dessas cervejas que não ficam presas ao lugar comum. Como são muitos os estilos e receitas de cerveja existentes, a mistura e inserção de ingredientes dos mais variados faz com que essa bebida se torne algo especial.
Exatamente por ter a liberdade de utilizar ingredientes variados é que no processo de escolha dos mesmos em muito se dá valor à cultura local, pois muitos ingredientes são da origem local das cervejarias, especialmente as frutas. Valorizar a cultura local, claro, que é algo especial.
Com tantos ingredientes, podemos perceber que degustar uma cerveja especial/artesanal é um grande estímulo sensorial e uma viagem ao mundo gastronômico devido à variedade de ingredientes e formas de se fazer uma receita. É o aroma, o tasting, a percepção visual de coloração, enfim, uma verdadeira experiência. E experimentar algo assim se torna especial.
Quando se bebe cervejas desse tipo, inevitavelmente acabamos bebendo menos, porém bebemos muito melhor. Ou seja, bebemos, mesmo que involuntariamente, de forma moderada.
E por fim, podemos afirmar categoricamente que os momentos onde desfrutamos dessa bebida de tantos sabores e saberes quase sempre é feita com amigos, parceiros e parceiras, pessoas que valorizamos estar com. Nada mais especial que desfrutar momentos como esses.
Por isso, aproveite o momento de degustar as cervejas especiais com os amigos e familiares. Isso sim é mais que especial.
Cheers!

Larissa Dantas é Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos pelo Instituto de Cervejas Brasil

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Não se engane

por Larissa Dantas

Quando você entra no supermercado para comprar aquela cervejinha para o fim de semana e se depara com gôndolas lotadas de inúmeras marcas distintas e lê no rótulo Pilsen ou Premium, você acredita que ela se trata de uma cerveja do estilo Pilsen. Mas não se engane, cerveja do estilo Pilsen é muito diferente do que a propaganda prega e, apesar desta ser a alma do negócio, muitas vezes ela é enganosa.
As cervejas do estilo Pilsen ou Pilsner são de baixa fermentação, ou seja, são cervejas tipo lagers originárias da República Tcheca, da cidade de (adivinhe?) Pilsen, produzidas pela primeira vez no longínquo ano de 1842, quando o Brasil Império se via enfrentando as Revoltas Liberais. Foram idealizadas por produtores que buscavam uma cerveja mais límpida e translúcida para serem servidas nos novos copos de cristais da região da Boêmia. Tanto que, com o passar dos anos, a Pilsen foi fabricada em outros países e se transformou em diversos subgrupos (como a German Pilsner e a American Pilsner), mas a original se chama Bohemian Pilsner, em homenagem ao seu local de origem.
Uma cerveja do estilo Pilsen verdadeira apresenta entre 20 e 45 IBUs (unidades de amargor de uma cerveja), é refrescante, tem um aroma rico e o sabor revela um grande equilíbrio entre o malte e o lúpulo, com um amargor perceptível. Sua espuma é branca, densa, cremosa e duradoura.
Como se pode ver, muito longe das brejas das macrocervejarias que possuem, no máximo, 15 IBUs, um baixíssimo amargor, corpo de baixa densidade, quase que insossas e proibidas de serem consumidas se não estiverem “estupidamente geladas”.
Porém, não vale demonizar essas cervejas mainstream, pois todo conhecedor de cervejas especiais/artesanais começou um dia com uma Standard American Lager. Sim, essa é a classificação dessas cervejas, mas duvido que você encontre esse grande nome num rótulo das macrocervejarias, ao menos não aqui em terras tupiniquins.
Uma American Lager tem sim o seu lugar quando feita com matéria prima especial e sem adjuntos como a Lager Javali presente no clube desse mês, uma cerveja altamente refrescante para os dias de verão, impossível de parar na primeira.
Mas não deixe que o marketing confunda o seu paladar, não compre uma mainstream cujo nome é Pilsen sem ser! Prove uma Pilsen verdadeira e descubra a diferença! Cheers!

Larissa Dantas é Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos pelo Instituto de Cervejas Brasil

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Uma ode às cervejas dos Monges

por Larissa Dantas

Onde religião se mistura com o pão líquido, por mais de quatro séculos, as cervejas produzidas por monges se destacam como as melhores do mundo.
As cervejas trapistas, ao contrário do que se possa imaginar, não são um estilo de cerveja, mas são assim chamadas por serem produzidas dentro de monastérios e fabricadas exclusivamente por monges (ou sob sua supervisão) da ordem religiosa trapista, ramificação beneditina dos Cistercienses, da Igreja Católica, fundada em 1140.
Em 1997, a Associação Trapista Internacional foi fundada por mosteiros trapistas com o intuito de regulamentar o uso do nome “trapista” (“trappist”), atribuindo critérios específicos para fabricação desse tipo de cerveja.
Os critérios para uma cerveja ser considerada trapista são:
• A cerveja deve ser fabricada dentro dos muros de um mosteiro trapista, pelos próprios monges ou sob sua supervisão.
• A cervejaria tem de ser de importância secundária dentro do mosteiro e deve seguir práticas de negócios adequada para o modo de vida monástico.
• A cervejaria não se destina a ser um empreendimento lucrativo. A renda deve cobrir o custo de vida dos monges e a manutenção dos edifícios e terrenos do mosteiro. O que quer que sobre deve ser doado a instituições de caridade para o trabalho social e para o auxílio de pessoas necessitadas. A Trapista Chimay já atingiu um nível de vendas em escala global que envia seus lucros para necessitados na África.
• Cervejarias trapistas são constantemente monitoradas para garantir a qualidade irrepreensível das suas cervejas.

Quando se fala trapista logo vem à mente sabor, qualidade, complexidade e prazer. A maioria das cervejas trapistas são produzidas em monastérios belgas que são uma referência e marca registrada de qualidade no assunto. Para se ter uma ideia, das treze cervejarias com a permissão da associação para produzir cervejas deste tipo, seis se encontram na Bélgica. Dentre as mais famosas cervejas do mundo estão as seis belgas: Chimay, Westmalle, Orval, Rochefort, Achel e Westvleteren (considerada por muitos cervejeiros como a melhor cerveja do mundo e uma das místicas e difíceis de se encontrar).
São cervejas do tipo ale e em sua maioria são blond, dubbel ou trippel, variam muito de coloração e de volume alcóolico (entre 5 e 11%). Possuem um sabor intenso, complexo e, por isso, são bebidas verdadeiramente degustadas, pois devem ser bebidas com moderação para podermos experimentar e saborear todas as suas qualidades.
De fato, existem muitas cervejas especiais, mas com certeza as trapistas são ainda mais especiais e merecem ser conhecidas e bebidas.
Melhor ainda se for com os amigos! Harmonize agora!

Larissa Dantas é Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos pelo Instituto de Cervejas Brasil

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A mistura do bode com cerveja

por Larissa Dantas

Já conhece o estilo Bock e suas derivações Doppelbock, Maibock (ou Hellerbock), Weizenbock e Eisbock?
As chamadas Bockbier foram originalmente produzidas na cidade de Einbeck, na Alemanha. O nome dessas cervejas tem origem em duas teorias. A primeira é a possibilidade de ter ocorrido uma evolução do nome em homenagem à sua cidade origem. As “cervejas da cidade de Einbeck” em alemão seria “Einbeckisches bier” que acabaram tendo tamanho reduzido para Bock Bier. Quase parecido com a versão do português de “vamos em boa hora” para o curto e grosso “umbora”.
A outra possibilidade é a mais difundida e mais romântica. São produzidas na Alemanha no mês de dezembro, cujo frio é caprichoso. Seu vínculo estaria ligado ao fato de que o signo do mês de dezembro é capricórnio tendo como imagem símbolo um bode (bock em alemão). Exatamente por isso que, na maioria dos rótulos de uma bock bier, um ou mais bodes se fazem presentes.
E em relação ao estilo? Ora, produzidas no inverno, são, no geral e à exceção da Weizenbock, cervejas do estilo lager, mais maltadas e com teor alcóolico mais elevado para aquecer os cervejeiros durante o inverno rigoroso europeu. Partem de 6% de álcool das Bock chegando aos inacreditáveis 14% de álcool de uma Eisbock. Fato interessante é que as Eisbock são uma Doppelbock que sofrem congelamento para se conseguir aumentar esse teor alcóolico, gerando uma cerveja muito maltada, sem espuma (pouco carbonatada), com um corpo elevado lembrando bastante um licor junino.
Temos vários exemplos disponíveis no Brasil, seja da Alemanha ou como as fabricadas por aqui. A Baden Bock foi uma das pioneiras no país. Outros exemplos clássicos: Paulaner Salvator e Ayenger Celebrator (que são Doppelbocks), Anchor Bock e Aventinus Eisbock.
O inverno no Brasil não é tão intenso quanto o europeu, porém esse período é o melhor momento para poder desfrutar de cervejas desse estilo que possuem, além de muita qualidade, uma verdadeira aula de história, mitologia e geografia.

Larissa Dantas é Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos pelo Instituto de Cervejas Brasil

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Uhu! É do Brasil!

por Larissa Dantas

Santa Catarina sempre foi reconhecidamente um polo da cultura cervejeira brasileira. Decididamente por conta da imigração histórica alemã, tcheca e italiana, fato é que os catarinenses perpetuaram o jeito dedicado de fazer cerveja desses povos.
Por isso não surpreende que o primeiro estilo de cerveja brasileira tenha saído de lá. Tudo começou em 2015 quando uma associação de micro-cervejeiros do estado resolveram se unir para criar, dentro das suas cervejarias, um estilo uniforme de cerveja especial. Foi assim, baseado a muitos encontros e fabricação da receita que surgiu a Catharia Sour.
Depois de três anos se estabelecendo no mercado, virou sucesso e faltava o reconhecimento internacional. Veio este ano quando o BJCP (Beer Judge Certification Program – uma das principais organizações de certificação mundial para juízes de concursos cervejeiros) catalogou o estilo nacional e assim especificou: cerveja leve e refrescante, com baixo amargor (2 a 8 IBU) e uma acidez lática equilibrada pela adição de frutas frescas. De corpo leve, teor alcóolico moderado (4,5% a 5,5%) e boa carbonatação.
Apesar de ainda constar no BJCP como estilo provisório, já pode estar inserido nos concursos de cerveja mundo a fora.
Apesar de ainda não ser consenso geral quanto à especificidade, criatividade e inovação do estilo dentro do Brasil, resta-nos parabenizar a idealização e perseverança dos microcervejeiros de Santa Catarina que tomaram a iniciativa e conseguiram fabricar e obter sucesso com o primeiro estilo reconhecidamente, pela comunidade internacional, como um estilo de cerveja.
Aproveitar o momento e nos orgulhar de termos dado mais uma contribuição à cultura cervejeira. E que a acidez dessa história fique somente dentro do copo.
Cheers! Saúde!

Larissa Dantas é Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos pelo Instituto de Cervejas Brasil

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EXTRA… ESPECIAL… AMARGA…CERVEJA!

por Larissa Dantas

A escola Inglesa é uma das mais tradicionais. Os estilos ingleses, todos de alta fermentação, possuem características marcantes que remetem, a um apreciador, a identidade exata da escola inglesa logo no primeiro gole. Com baixa carbonatação, presença de lúpulos existentes no próprio Reino Unido em sua maioria, mais secas e consumidas nos chamados pint, essas cervejas ficaram conhecidas como bitters ou apenas ale.
Com o passar dos anos e das inovações de receitas, utilização de novas e mais matérias primas, as bitter ingleses foram evoluindo e ganhando mais corpo, mais teor alcóolico, mais malte, mais lúpulo e mais sabor. Existe um espectro amplo em relação à presença e força das matérias primas nessas cervejas, de modo que essa é a diferença principal entre uma Ordinary Bitter, Special Bitter, Extra Special Bitter, English Pale Ale e uma India Pale Ale, ou seja, a concentração da presença sucessivamente maior das matérias primas e álcool.
Extremamente tradicionais, a cultura cervejeira inglesa remonta a ingleses na porta dos PUBs com seu pint na mão apreciando uma boa ale ou bitter.
A ESB, sigla para Extra Special Bitter, é um estilo classicamente inglês, sucesso por todo o Reino Unido e com raízes históricas fincadas na tradição e jeito de se fazer cerveja dos ingleses.
A cervejaria Campinas conseguiu produzir um excelente exemplar de uma ESB autenticamente inglesa e se consagrar com diversas premiações para esse rótulo. Ela estará no Clube to Beer desse mês para os assinantes Exploradores e Desbravadores.
Aproveite para curtir o aroma e sabor de lúpulos terrosos ingleses e, ao degustar a breja (bitter ou ale), pense na tradição de muitos e muitos anos reproduzidos e resumidos no seu copo. Ou melhor, no seu pint.
Saúde!

Larissa Dantas é Sommelier de Cervejas e Mestre em Estilos pelo Instituto de Cervejas Brasil

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Conceituada, complexa e potente!

por Pablo Santiago

A cerveja que conheceremos hoje é opaca, de coloração marrom escuro e é dona de um aroma caramelizado e achocolatado, provenientes dos seus maltes torrados. Eles, que ficam cada vez mais intensos à medida que a bebida vai esquentando, se diferem dos demais por sua complexidade.

Ao primeiro gole, é percebido um certo amargor que logo após é substituído pela adocicada sensação que fica no paladar. Esse traço marcante, é proporcionado pela fermentação que levam algumas ameixas e frutas vermelhas, fazendo com que essa bebida tenha um toque frutado tal como o de um saboroso licor, ou fazendo até mesmo lembrar de um bom vinho.

Uma cerveja belga sempre será uma boa escolha, ainda mais no caso de hoje, que além de ser oriunda de um país que o nome fala por si só quando se trata de maravilhosas cervejas, ela ainda é detentora do nobre e tão cobiçado selo trapista. Sim, viva à Dark strong ale! A cerveja comprova o porquê da expectativa marcando o paladar dos seus apreciadores.

Ela, que é feita dentre os muros do mosteiro pode muito bem harmonizar com os diversos tipos de queijos também produzidos nas abadias, e que tornam à sua degustação ainda mais saborosa. Alguns modos de preparo de macarrão, risoto e filé também são excelentes pedidas quando se trata de um jantar acompanhado desta especiaria.

#Cheers

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10 motivos para assinar um clube de cerveja!

por Pablo Santiago

Que a cerveja é uma das paixões do brasileiro todo mundo já sabe, mas você sabia que existem muito mais tipos de receita do que você imagina? No Brasil hoje existem clubes de cerveja para justamente explorarem esse universo do malte. Mais quais as vantagens de você entrar em um clube de cerveja? Listamos algumas vantagens aqui para você entender como funciona.

1 – Conhecer as cervejas de todo o mundo.

Em cada pedacinho do planeta existem as mais diferentes peculiaridades que resultam na construção da personalidade das melhores cervejas do mundo. O Clube to beer nasceu assim, reunindo pessoas com gostos diversos a fim de experimentar cervejas de todos os tipos. Em todo mês você recebe cervejas diferentes com informações e sugestões.

2 – Conhecer mais sobre as cervejas.

História, sabores, sensações, harmonia… Todo mês na caixa do clube vai uma revista informativa sobre as cervejas que você recebe, assim você fica conhecendo mais sobre as beers. Seja através do nosso blog ou por um método um pouco mais gostoso, a experimentação, que poderemos conhecer muito mais sobre as cervejas de todos os tipos, resultando em agradáveis surpresas.

3 – Receber as cervejas em casa.

Muitas pessoas costumam reunir amigos e parentes para conversar, comer uma comida bacana e por que não, beber uma boa cerveja. Assim a comodidade de um clube cai exatamente em você não precisar ir comprar ou procurar uma cerveja por ai.

4 – Pagar mais barato.

Os clubes de cerveja, como tem uma quantidade maior de consumidores, conseguem viabilizar cervejas especiais para seus sócios. Outras vantagens de se participar do clube, são os descontos especiais para os seus assinantes, que podem ter em casa as melhores bebidas do mundo e pagando menos por isso.

5 – Beber menos e melhor.

E mais uma vez, as cervejas artesanais se destacam também no mérito do custo/benefício. Isso ocorre porque diferente das cervejas comuns, essas saborosas bebidas não precisam ser consumidas aos montes, se diferenciando demais pela sua qualidade, que é percebida e apreciada por cada gosto refinado e paladar aguçado.

6 – Criar novas receitas.

Ficar com o gosto refinado e o paladar aguçado, é o que acontece depois de conhecer mais à fundo o mundo cervejeiro. Saber como elas são feitas, quais os ingredientes que levam o melhor preparo das cervejas e os seus segredos, é o suficiente para quem quer criar novas receitas e compartilhar com os seus amigos. Hoje no Brasil existem muitos fãs da iguaria que fazem sua própria cerveja em casa.

7 – Fazer amigos.

Compartilhar, essa é uma boa maneira de se fazer amigos, o que é muito comum no clube. Descobrindo por meio de seus gostos, as suas afinidades com os mais diversificados tipos de cervejas e cervejeiros, trocando ideias e experiências através de um bom papo regrado pela harmonia do momento.

8 – Saber como harmonizar.

Temos que concordar que a cerveja por si só, é uma ótima pedida. O que não é diferente com as artesanais, que por sinal traz consigo uma gama de sabores e sensações que podem ser ainda mais potencializadas através da companhia ideal. Saber como relacionar as beers com os pratos e os mais diferentes ambientes é uma das vantagens do clube. Na revista mensal sempre vai uma receita gostosa e indicações de harmonização.

9 – Brindes exclusivos.

Dando sequência as vantagens do clube, que são muitas, todos e qualquer associado tem a garantia de receber cervejas previamente selecionadas em um rigoroso processo de degustação. Além de descontos, revistas com conteúdo cervejeiro e outros brindes exclusivos.

10 – Colecionar rótulos diferenciados.

Todos os meses, o clube disponibiliza seis deliciosas e inspirados cervejas artesanais para brindar com todos os seus amigos assinantes. Assim como outros brindes exclusivos, como no caso dos seus mais diferentes rótulos cervejeiros especiais. Para um colecionador é uma vantagem especial.

#AssineJá

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Viva à mistura do povo!

por Pablo Santiago

O seu aroma de chocolate e caramelo podem enganar quem espera uma bebida doce e suave, pois se trata de cerveja marcante, com alta fermentação baseada em maltes tostados e de amargor acentuado de lúpulo. Sim, se trata de uma boa harmonia para churrascos e a sua coloração escura é um convite para uma refrescante e gostosa bebida.

Passando para a história, não é novidade que em cada pedacinho do planeta, há sempre um povo que aprecia uma boa e velha cerveja, e em meados do século XVIII não era diferente. Mais precisamente durante a revolução industrial, houve um outro marco histórico que agradou e continua agradando o paladar dos amantes da Porter que estão espalhados por todo o mundo.

Esse estilo logo conquistou o público, alcançando um sucesso instantâneo. Na verdade, não tinha como ser diferente, pois a receita havia sido baseada em um hábito muito comum dos britânicos da época, o de misturar as cervejas. Esse costume surgiu da busca do público, que estava à fim de poder degustar uma bebida que realmente agradasse o seu gosto.

A Entire, como foi chamada pela primeira vez, é resultado da fusão entre três beers. As Old, Pale e Mild Ales eram as protagonistas dos pubs da região, ainda mais quando estavam presentes no mesmo copo. Só após algum tempo, que um experiente mestre cervejeiro da época, Ralph Harwood, compreendeu a necessidade do público e criou a Porter como hoje nós conhecemos.

Que tal um porter?